Blog da Tina Lopes


Na rua, agora há pouco.

 

Diálogo ouvido entre duas moças.

Moça 1 - (...) agora, o celular não funciona e os caras não vão querer pagar.

Moça 2 – Ué, mas não tava na garantia?

Moça 1 – Tava, mas a minha mãe enfiou no rabo, né.

Moça 2 – Ah. Se enfiou no rabo então eles não tem nada a ver com isso mesmo.

 

 

Question*: O que exatamente foi enfiado no rabo? O celular ou a garantia?

 

 

*à moda de Dwight Schrute



Escrito por Tina Lopes às 19h01
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Só agora me dei conta

(espaço para futuras fotinhas do quarto)

 

Ontem resolvi mudar os quadros do quarto da Nina de lugar.

Peguei o martelão e no lugar do circo de ímãs, coloquei o quadro-negro em forma de jardim que estava largado no chão. Acima, onde tinha o quadro de joaninha, foi o circo. E daí, onde colocar a joaninha? O problema é que o quarto dela tem uma parede daquelas de tijolos destacados, tipo “rústico”, só que pintados de branco. Tem lugares em que a parede é super dura, e em outras é mole, com argamassa frouxa que não prende prego.

Olhei na cabeceira da cama e pensei, ué, por que não tem nada ali? Lugar perfeito pra joaninha. Fui lá e pam-pam. Parede dura. Amassei três pregos, até que o último meio torto deu certo com o buraco do quadro. Beleza, ficou lindo.

Só me dei conta agora.

Do outro lado da parede está o encanamento do banheiro da Nina. O-oh.

Anotação mental: chegar em casa e correr pra ver se tem vazamento.



Escrito por Tina Lopes às 16h00
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A virtude mora ao lado

Há uns meses uma família veio morar na casa ao lado. Logo percebemos que há crianças na casa, mas nossa alma curitibana e a falta de tempo impediram-nos de buscar um relacionamento, tendo em vista a possibilidade de que nossas filhas ficassem amiguinhas.

 

Na verdade, eu nunca tive essa idéia, porque pensei primeiro – e se for uma família de crentes? E se forem neonazistas? E se gostarem de música gauchesca?

 

O inferno são os outros. Principalmente os vizinhos.

 

Mas ontem eu passeei por perto com a Ninotchka, tomamos chuva por sinal – ela adorou, eu odeio – e ao chegar em casa a família estava no portão ao lado. Puxaram papo e as duas meninas, Nina e S., se deram maravilhosamente bem.

 

Dali a alguns minutos estavam ela e a mãe em nossa casa, nós adultas tomando um suquinho e as meninas tocando o horrorzinho pela casa.

 

Meus medos foram superados, inicialmente. Não parecem religiosos de nenhuma facção, nem fascistas, nem chatos.

 

Aliás.

 

Eu é que tenho potencial pra me tornar a deslocada.

 

Eu grito, eu corro atrás, eu faço escândalo, sou uma típica mãe-judia-eu-me-mato. It´s beyond my control, diria Valmont.

 

A moça do lado é calma. Tem cara de zen. Na hora de levar a filha embora, a  menina gritou, emburrou, e ela permaneceu impávida. Filhinha, não seja assim, vamos conversar e tals.

 

Vamos deixar pro próximo capítulo.

 

 

*E ela não gosta que a filha veja histórias de princesas, porque acaba em casamento e final feliz, e a vida é muito diferente. Me disse isso e eu imaginando que a Nina sairia naquele momento do quarto, correndo, vestida de Cinderela.



Escrito por Tina Lopes às 11h49
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Não confunda conhaque de alcatrão com catraca de canhão

Só agora percebi o quão pouco já assisti de David Cronenberg. Em parte porque tenho medo, muito medo, dele. Quer dizer, do impacto que seus filmes terão em minha rasa cabecinha. E ainda o confundo (olha que isso é raro) com o Peter Greenaway. Pior é que deste, também, vi quase nada – ‘O Cozinheiro, o Ladrão, a Mulher e o Amante’, claro, e ‘Afogando em Números’.

Já do Cronenberg assisti apenas a ‘Videodrome’, ‘Scanners’, ‘A Mosca’, ‘Gêmeos/Mórbida Semelhança’, ‘Marcas da Violência’ e agora – ontem – ‘Senhores do Crime’.

 

 

 

Deste, o que posso dizer que já não tenha sido dito? – tendo em vista o meu timing manco com relação aos lançamentos em cinema e DVD. Adorei, muito bom, o desempenho do Viggo Passolargo Mortensen é perfeito, o Vincent Cassel - um daqueles caras que você sabe que já viu em algum outro filme mas não lembra qual... – também entra pra minha galeria de coadjuvantes inesquecíveis. E Cronenberg, lógico, não economiza as tintas e nos premia com cenas cruas e nojentas – navalha cortando o pescoço como se fosse uma faquinha de serra, o russo mucho macho brigando pelado na sauna, o bebê recém-nascido, os dedos cortados, éca.

 

Filmaço.



Escrito por Tina Lopes às 16h28
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Mais um post gigante - que caberia numa caravan

Eu morro de medo de estrada. A ironia é que presto serviço para empresas que atuam no setor e... deixa pra lá. Interessa é que meu medo de viajar por rodovias é inversamente proporcional ao meu prazer em voar. Qualquer viagenzinha ao litoral aqui perto, que todos os demais curitibanos nem chamam de “viagem”, pra mim é um drama, ainda mais se for à noite.

 

Anteontem, voltávamos da praia onde deixamos Ninotchka e pegamos um trânsito infernal. O trajeto que deveria ser feito em 1h30 acabou em 3 horas. Lembrei das viagens à praia que fazíamos, eu e a família, quando era criança.

 

Normalmente viajávamos em comboio – uma kombi onde cabiam todos os primos, mais um chevette e um fusca acompanhando. Parece que nos anos 70 as estradas só tinham kombis, chevettes, fuscas e jipes. Saíamos de madrugada e eu adorava ver o sol nascer na estrada. Como se estivéssemos fugindo da noite e adiantando o dia.

 

A estrada até o mar, longa, era toda de pista simples. Só os homens dirigiam. E a pretexto de impedir que as crianças – éramos várias – fizessem xixi nas calças ou vomitassem (vomitava-se muito nas viagens de antigamente), paravam várias vezes na estrada, em postos que servissem boa cachaça.

 

Então quando chegávamos à Serra, a inevitável Serra antes da praia, o percurso já tinha perdido o encanto inicial. As mulheres, esquizofrenicamente, protestavam contra tudo – as manobras, a velocidade, as paradinhas estratégicas pra ‘firmar o pulso’ – ao mesmo tempo que tentavam tornar a viagem divertida, com fitas cassete do Roberto Carlos, sanduíches e sorvetes.

 

O trânsito na Serra - sempre - estava engarrafado. Uma vez meu tio, que dirigia a caravan (a evolução da kombi) onde eu estava instalada no “chiqueirinho” com alguns primos, decidiu ser mais esperto que todo mundo e avançar pelo acostamento. Ao lado de um precipício cheio de cruzes e santas. Os demais, nos fuscas e chevettes, seguiram atrás. Lembro de olhar lá pra baixo, as pedrinhas rolando debaixo dos pneus, e congelar.

 

Não usávamos cinto de segurança. Nem existiam. Fumava-se dentro dos carros. Não havia cadeirinha para crianças – ficávamos nos revezando nos assentos à medida que determinada posição dava câimbra.

 

Não havia insufilm. Com isso, tínhamos uma das principais distrações da viagem: fazer caretas e nos exibir para as crianças dos outros carros. Vibrávamos ao ultrapassar veículos onde havia outras crianças nas mesmas condições. Dando tchauzinhos debochados, nos sentindo Fittipaldis rumo ao pódio. Também era bom colar o rosto no vidro do bagageiro, fazendo sinais até que o motorista do carro logo atrás desse um tchauzinho também.

 

Quando finalmente chegávamos, começava outra viagem: procurar casa onde coubesse todo mundo; que fosse próxima da praia e que não fosse cara. Isso lá pelas quatro da tarde, depois do dia na estrada. Praia mesmo só no dia seguinte. Mas daí já é outra história.

 

Engraçado que só lembro das idas. Nunca das voltas.



Escrito por Tina Lopes às 11h11
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Aos que mandaram e-mails protestando, aos que enviaram cartas desesperadas que os Correios ainda não entregaram; aos que pediram que as mães intercedessem em seu favor e aos que distribuíram faixas nas ruas em que se lê “blogueira perdida, família recompensa”, esclareço: fui à pequena praia próxima onde temos uma casícula e um dos poucos lugares do mundo onde não há lan-house. Pelo menos não com esse nome. Então se acalmem, tomem suas pílulas, seus vinhos, aguardem, que neste domingo eu voltei pra terminar duas missões no trabalho nesta segunda; mas pretendo retornar à praia no mesmo dia, fim da tarde, para mais dois dias de afastamento voluntário virtual.

 

Beijos

 

Mas até lá, adianto uma idéia para enriquecer que só precisa de um sócio, quem quiser que se habilite deixando o e-mail.

A idéia é a seguinte. Imagine que você está no meio de uma semana atribulada de trabalho, vai viajar no final de semana e pretende ainda tirar uns dias de férias.

E seu dente, ou sua obturação, quebra e cai.

Como resolver a desagradável sensação da conhecida “panela”?

E pior, se seu dentista está viajando e só volta dali a uma semana. Ou se não tem horário neste mês.

Aí que eu entro com a minha incrível invenção:

A MASSINHA PRA BURACO NOS DENTES

Tcharãns!

Basicamente, é aquela massinha branca que os dentistas põem pra quebrar galho e que sempre quebra antes do tempo. Mas quebra galho. E será comercializada em qualquer farmácia.

Conta se eu não fico rica com um produto desses.

Sócios?



Escrito por Tina Lopes às 23h15
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Então que eu fui ver o Kung Fu Panda com a Nina ontem. Ela dormiu uns 20 minutos antes do fim. Ela e mais umas três crianças, que saíram no meio da sessão, no colo dos pais. Mas a desnaturada aqui TINHA que saber como afinal o Po ia vencer o Tai Lung - claro que ia vencer, né, é infantil. Dá pra perceber que eu adorei o filme? E a Ninotchka ficou toda torta, tadinha, dormindo no meu colo, até os créditos. Só acordou na hora de trocar de roupa, em casa. Ah, sim, e às 5h30 da manhã, porque não tinha comido nada no shopping.

Até a parte que ela viu, gostou, apesar de ser “filme de lutar”, como ela definiu.

 

 

 

Na cabine de ingressos, a moça pergunta: “quantos anos ela tem?”, e eu pensei, “ué, censura?” e disse “ah, quase quatro”. A Nina grita lá de baixo: “TÊIS ANOS!!!”. A moça: “então ela não paga, só depois dos quatro anos”. Ufa. Catorze real, só eu. Burra - quase pago mais meia.

 

 

 

PS (pos-post): Fiquei tão feliz também de ver os trailers de "A Era do Gelo 3" e "Madagascar 2" - meus desenhos pavoridos. Sim, estou à beira dos 40, vai encarar?



Escrito por Tina Lopes às 11h06
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Hitchcock

Eu tenho que fazer uma apresentação em Power point até amanhã às 14 horas. Só fiquei sabendo hoje. Dependo de um colega que vai me passar os dados. Ele mandou e-mail dizendo que está “levantando” os dados. E eu estou esperando. Já esvaziei a máquina de café e quebrei a promessa de evitar bolachas Bono.

Update: são 17h21 e nada ainda.

Update 2: são 21h35, acabo de chegar da sessão das 19h30 de Kung Fu Panda, abro o e-mail do trampo e descubro que o material chegou na mesma hora em que eu comprava a porção de pão-de-queijo que a Nina não comeu e eu detonei (mais um suco de tangerina e dois Sonhos de Valsa, R$ 10). Ou seja, hoje só amanhã.



Escrito por Tina Lopes às 15h42
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Update

Fui buscar a Nina na praia, demoramos porque o carro ficou com o sinal de problema na injeção eletrônica piscando, ela chorou quando chegamos – 5 dias – e agora, em casa, está me tratando mal: sabe a monstra "vingadinha" do Glauco? E eu estava troncha de saudades.

Enfim. Só se fala noutra coisa.



Escrito por Tina Lopes às 16h14
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Eu não me acho, eu me duvido.

 

Eu não me acho, eu me perco.

 

Eu me extravio, depois eu me acho.



Escrito por Tina Lopes às 16h44
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Meu pé esquerdo

Já contei do tênis? Acho que não. Então, eu tô numas de correr, né. Só que com o Nike-pra-passear que eu tinha não dava conta. Os dedos começavam a gelar, daí dava câimbra (só no pé esquerdo) e eu voltava mancando. Então fui em mil lojas e o ÚNICO tênis que não machucou o pé esquerdo foi um Asics, a melhor marca ever. O mais caro da loja. Comprei pra pagar em 10 vezes. Não me pergunte quanto. Tenho vergonha.

Enfim. Com esse tênis novo, eu tipo vôo, correndo (hahaha, até parece). Só que ele tem um problema: fedor de novo. Sabe aquele cheiro de couro, de sela de cavalo velho? Então.

E nem é bonito.

 



Escrito por Tina Lopes às 15h30
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Finde

Ninotchka está na praia com a vó, a tia e o priminho. Fomos levá-la e voltamos no sábado, porque à noite tinha churrasco e ela não ia agüentar, isto é, nos deixar aproveitar. Enchemos a cara - ida e volta de táxi, que Murphy taí - e no domingo fomos andar, andar, andar, pro fígado voltar a funcionar.

Depois assistimos à metade da segunda temporada de The Office.

Tô com saudade. Da Nina,  não do Michael Scott.

Quarta-feira o marido vai buscá-la. Deixamos ela suja de sorvete e contando assim nos dedinhos: hoje é sábado, falta esse, esse, esse...



Escrito por Tina Lopes às 15h29
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Momento mulezinha - missão impossível

                 

Stella McCartney e Louboutin: mostro pra não sofrer sozinha.

 



Escrito por Tina Lopes às 14h50
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Your result for The House, MD Personality Test...

Dr. Robert Chase

Congratulations, you're Dr. Robert Chase! You're quite the complicated person. While you may seem like a perfectly normal extremely attractive person, there is far more to you than meets the eye. It's quite likely that you've had some unusual experiences in your life, whether it be something along the lines of a stint in seminary school or something along the lines of S&M parties. You are rather insecure, and will often do things you don't want to do to win the good favors of others. While you may seem nice enough, getting ahead and doing what's best for yourself is usually more important to you than much else in life.

Take The House, MD Personality Test at HelloQuizzy

 

E deve estar escrito aí - tem muita preguiça de traduzir coisas inúteis.



Escrito por Tina Lopes às 13h52
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Eu e minha Palm

  De que adianta um smartphone quando não se é smart? 

 

 

 

Meu celular não é meu, é do serviço. E acabei ficando com uma Palm que sobrou, porque o chefe comprou um brinquedinho mais moderno pra ele.

Sabem que a Palm é agenda e tudo, né, além de celular.

E pra saber da agenda do chefe, a gente atualiza todos os compromissos em rede, isto é, a minha Palm sabe dos compromissos do chefe.

Daí que a Palm avisa, lá pelas 10 horas: “13h30 – Dr. Ulisses”.

E eu: “uai, o que o chefe vai fazer em Dr. Ulisses? Não vai ter serviço por lá”, pensando na cidadezinha chamada Dr. Ulisses, na região metropolitana.

Quase 13 horas me dá o clique: Dr. Ulisses é o meu dermatologista, que eu marquei uns dois meses atrás.

Mal deu tempo de ligar desmarcando porque não ia conseguir chegar.

 

***

 

E outra, agora há pouco.

O chefe vai viajar por uns dias.

Clicando no calendário pra lembrar em quais dias ele não estará disponível, vejo o aviso “26 de agosto – 13 anos de casamento”.

E penso, ué, o chefe e a chefa (mulher dele) vão fazer festa de 13 anos de casamento ou será que vão viajar?

Até perguntei pra secretária.

Cinco minutos depois, me toco: são 13 anos do MEU casamento. Era um lembrete pra mim.

É que outro dia olhei umas fotos antigas, em que estamos eu e marido num casamento; lembrei da data desse casamento e que ocorreu num sábado, exatamente uma semana depois de termos mudado para nossa primeira casa.

(lembrei do comentário feito enquanto ele fazia aquela foto, botando a roupa pro casamento da amiga: “já que nós não fazemos festa, vamos aproveitar a dos outros”)

Claro que há controvérsias, porque afinal casamos oficialmente só no dia 31 de dezembro de 2003, no cartório – oito anos depois, portanto. O marido adora fazer piada, dizer que é fiel “desde o casamento”.



Escrito por Tina Lopes às 16h30
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Sabe tudo

 

Já passou no Catarro hoje? Faz favor.

(e entra no link da Regina também, vai)



Escrito por Tina Lopes às 13h39
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Everybody knows the good guys lost*

Leonard Cohen canta no Festival de Montreaux.

Está tão velhinho e magrinho, levei um susto quando vi a foto.

Mas estava lá, cantando. E eu aqui.

Everybody knows

 

Everybody knows that the dice are loaded

Everybody rolls with their fingers crossed

Everybody knows that the war is over

Everybody knows the good guys lost

Everybody knows the fight was fixed

The poor stay poor, the rich get rich

That's how it goes

Everybody knows

 

Everybody knows that the boat is leaking

Everybody knows that the captain lied

Everybody got this broken feeling

Like their father or their dog just died

 

Everybody talking to their pockets

Everybody wants a box of chocolates

And a long stem rose

Everybody knows

 

Everybody knows that you love me baby

Everybody knows that you really do

Everybody knows that you've been faithful

Ah give or take a night or two

Everybody knows you've been discreet

But there were so many people you just had to meet

Without your clothes

And everybody knows

 

Everybody knows, everybody knows

That's how it goes

Everybody knows

 

And everybody knows that it's now or never

Everybody knows that it's me or you

And everybody knows that you live forever

Ah when you've done a line or two

Everybody knows the deal is rotten

Old Black Joe's still pickin' cotton

For your ribbons and bows

And everybody knows

 

And everybody knows that the Plague is coming

Everybody knows that it's moving fast

Everybody knows that the naked man and woman

Are just a shining artifact of the past

Everybody knows the scene is dead

But there's gonna be a meter on your bed

That will disclose

What everybody knows

 

And everybody knows that you're in trouble

Everybody knows what you've been through

From the bloody cross on top of Calvary

To the beach of Malibu

Everybody knows it's coming apart

Take one last look at this Sacred Heart

Before it blows

And everybody knows

 

Everybody knows, everybody knows

That's how it goes

Everybody knows

 



Escrito por Tina Lopes às 08h46
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Tudo o que há pra ser dito

 

 

"Poucos momentos antes de enterrar o filho, o taxista Paulo Roberto Soares, aos gritos, pediu justiça, mudanças na PM e chamou de monstros os policiais que atiraram contra a sua família. 'O Estado não tem carta branca para matar ninguém", bradou. "E se fossem bandidos? Qual o problema? Que prendessem os caras. Aqui não tem pena de morte. É por isso que a gente quer leis, para as pessoas serem presas, processadas. Não podem botar monstros na rua para matar pessoas'."

 

 

Essa é pra quem diz que bandido bom é bandido morto. E acha que os mortos por bala perdida ou “equívocos” da polícia são efeito colateral da guerra interna brasileira.



Escrito por Tina Lopes às 10h24
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